CULTURE HACKING: mais uma invasão? (I)

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on tumblr
Share on reddit
Share on telegram
Share on whatsapp
nove pessoas olhando o céu num amanhecer
Culture Hacking: Mais uma invasão?
Photo by Hudson Hintze on Unsplash

Culture hacking não tem nada a ver com a atividade de hackers (que são pessoas com elevado conhecimento de sistemas e que encontram falhas e ajudam a melhorar a segurança em TI) e os crackers (que acessam informações de sistemas e trocas de mensagens, sem autorização, com intenção de lesar empresas e pessoas e é uma ação criminosa).

Quer saber mais sobre as diferenças entre Hackers e Crackers? 
Deixe sua resposta nos comentários.
Em breve faremos um post para explicar um pouco mais,
assim como fizemos com os Cookies.

As ações de crackers  necessitam ser combatidas e já fizeram (ou tentaram) muitos estragos na economia de vários países e abalou a reputação de muita gente.

Infelizmente o termo ” hackers” é famoso, e ultimamente, quase todas as notícias estão relacionadas com algum tipo de invasão de privacidade em celulares: de conversas de funcionários públicos e ministros até crises de relacionamentos, são atribuídos a eles erroneamente.

Mas em nosso texto de hoje, o assunto é outro, completamente diferente, muito embora os termos sejam parecidos.

Por isso, fique de olho para lacrar no próximo happy hour da empresa!

UMA MUDANÇA POSITIVA

Hoje vamos abordar o hacking cultural, que é um movimento para criar uma mudança cultural positiva nas organizações – e no mundo.

Segundo as definições de Barbra Gago, no site da Culture Hamp (uma empresa que trabalha para ajudar organizações a criar culturas que levem ao crescimento dos negócios pelo engajamento dos colaboradores) essa é a cultura de proporcionar mudanças através de pequenas ações diárias e reiteradas que vão transformando o todo.

” Como um desenvolvedor de software em um sprint de engenharia, trata-se de concentrar-se em pequenas coisas com mais frequência, em vez de apenas tentar resolver e alterar as grandes coisas.” – Barbra Gago, Chief Marketing Officer, RealtimeBoard, em What is culture hacking


TERRA DE TODOS

Essa nova postura não é algo que se faça por algum tempo, até alcançar os objetivos e depois esquecer: ela necessita ser vivenciada, inspirada e transpirada diariamente.

E também não pode ser imposta pelo alto comando da empresa, que deve estar aberto a receber feedbacks e permitir que cada colaborador seja um co-criador dessa nova cultura. Isso transforma as organizações em uma terra para todos, ao contrário de algumas que mais parecem “terra de ninguém”.

E esse é o melhor terreno para as startups e empresas versáteis possam aproveitar o quê de melhor tem os seus talentos, com trabalho e projetos em rede, equipes multidisciplinares e abrir possibilidades para regimes de home base, coworking, nômades digitais e todas as novas tribos que vem surgindo.

Como iniciar esse processo?

Barbra sugere algumas formas de iniciar o processo para inserir a cultura hacker:

É necessário usar a sua própria receita, inserir pequenas mudanças diárias para que se estimule as pequenas mudanças que são o alvo da organização.

Mudar palavras é mudar conceitos.

Quem conhece neurolinguística sabe bem: não se consegue transformar nada utilizando formas de se expressar que nos remeta justamente àquilo com que queremos romper.

Culture Hacking: co-criando uma nova cultura
Photo by Jared Sluyter on Unsplash

CO-CRIANDO UMA NOVA CULTURA

No lugar de dizer “ vamos criar uma nova cultura” é mais adequado declarar: cada um é co-criador dessa nova cultura.

ESQUEÇA AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO ANUAL

Ao invés de esperar um ano, seis ou três meses para avaliar suas próprias ações e de seus colaboradores, procure fazer isso continuadamente.

Obviamente nem todas as mudanças serão sentidas de um dia para o outro, mas a postura, essa sim, tem que saltar aos olhos.

HORA DE TROCAR O CEO?

Se a equipe está madura para caminhar mais livre, talvez seja hora de trocar o CEO, por uma semana.

Isso ajudaria numa mudança de perspectiva.

Essa ideia é assustadora? Leia esse artigo do CEO da Moz, Will Reynolds.

A HORA DO COCHILO

Há estudos que relatam uma substancial melhora na produtividade dos colaboradores que tiram um cochilo quando estão cansados.

Para os que trabalham na empresa, crie ambientes em que as pessoas possam recarregar as baterias e voltar com força total aos projetos e incentive os que trabalham “out of office” a fazer o mesmo.

SEXTA-FEIRA 15

Essa é uma ideia da empresa Zurb que faz um break sempre nesse dia às 15h para propor novos desafios aos colaboradores.

SOMOS TODOS IGUAIS AQUI

Analise que tipo de comunicação os móveis da sua recepção passam aos visitantes.

Algumas recepções parecem barreiras que os separam dos colaboradores.

O ideal é passar uma mensagem de igualdade e acolhimento.

Esse tema rende tanto assunto, que já estamos preparando o segundo post sobre isso.

Fique de olho nas nossas postagens e aguarde o próximo!

Sua organização está pronta para essa invasão? Deixe sua resposta nos comentários.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *