CULTURE HACKING: UMA INVASÃO DO BEM (II)

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Culture Hacking: invasão do bem
Foto: Matheus Paulo by Unsplash

Em nosso texto anterior sobre o Culture Hacking,  alertamos  sobre a confusão que as pessoas fazem entre hacker e cracker (e outras definições para quem definitivamente não é do bem!)

Por isso, se você não leu ainda, vale a pena clicar aqui!

Decidimos fazer esse novo post em razão de ser um assunto que temos abordado em nossa série sobre o  Laloux.

A cultura hack vem ao encontro do pensamento deste em sua obra Reinventando as Organizações.

Para conhecer um pouco mais sobre isso, leia nossos posts da Série Como Reinventar Organizações.

Apesar de ser uma cultura que tende a ter uma forte adesão em um futuro muito próximo, é importante termos algumas cautelas.

Quando falamos na cultura hacker, temos que levar em consideração que nenhuma empresa é igual a outra.

E o que pode servir para uma, pode arruinar a sua concorrente.

Culturas não devem ser impostas e sim conquistadas, através de exemplos, feedbacks e percepção de resultados (pequenos) e avanços (constantes) no dia a dia.

Culture Hacking necessita de doses diárias de esforços de cada um.

No outro texto sobre esse assunto, trouxemos os conceitos expostos por
Barbra Gago Chief Marketing Officer, RealtimeBoard em sua matéria entitulada
What is culture hacking.

Barbra ainda nos aconselha a ter cuidado quando não estamos seguros de que ações, como as que exemplificamos no post anterior , trarão estímulo e engajamento aos colaboradores – inclusive ao CEO.

Para isso, ela propõe que se faça uma análise, respondendo às seguintes perguntas:

Não faça movimentos bruscos

Quão longe da cultura hack sua empresa está?

O CEO estaria preparado para essa mudança?

Nenhuma mudança radical e brusca deve fazer bem a uma organização.

Ao contrário de trazer engajamento, ela poderia causar uma instabilidade e as pessoas tenderiam a se defender,  não se abrirem ao novo, como é o que propomos.

Culture hacking
Foto: Matheus Paulo by Unsplash

Espaço para as mudanças

Algumas mudanças para acontecerem necessitam de espaço físico.

Não adianta querer impor ou reconhecer a importância de um cochilo, se a empresa ainda não está preparada para isso.

Em lugar de optar pela “hora do cochilo”, a empresa pode incentivar que as pessoas trabalhem em regime de home based ou outoffice.

Outra saída é abrir o espaço de trabalho em horários menos tradicionais, e propor que os colaboradores estejam trabalhando quando são mais produtivos.

Não complique, comunique!

A comunicação é a chave para manter conquistas na cultura hack e promover os avanços necessários.

Lance mão de formulários de pesquisas, caixinhas de sugestões, Coffee breaks e mantenha a porta sempre aberta às ideias e principalmente feedbacks.

Mantenha viva a culture hacking

Todos os dias e todas as situações precisam estar alinhados com o compromisso de uma transformação pé ante pé – e que não tem fim.

Já ouviu um ditado que diz que o latido de um cão renova o latido de outro cão.

Na cultura hack também é assim: toda ação com base nessa cultura, vai direcionar a empresa cada vez mais para ela, mantendo uma ligada a outra, como se fossem elos de uma corrente.

A cultura do bem precisa ser cuidada para que os propósitos sempre estejam alinhados com um futuro melhor.

De todas as coisas que abordamos aqui, qual é a mais fácil de se aplicar em sua organização? Comente!

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