Hackable workspace: espaços de trabalho personalizados

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Hackable workspace: solução para quem esperava pela hora de fugir
Photo by Stefano Pollio on Unsplash

Quem nunca entrou em um escritório e teve a sensação de que aquilo não foi projetado pensando nas pessoas que lá trabalham ou que visitam?

Certamente você já esteve em lugares com estruturas caras e acabamentos dispendiosos, porém, mal iluminados, abafados ou com correntes de ar onde não deveria. As mesas e cadeiras desconfortáveis combinando com semblantes de um eterno incômodo, de pessoas olhando para o relógio esperando a hora de fugir de lá, desesperadamente.

Sim, eram assim que os profissionais baby boomers e seus antecedentes trabalhavam.

Presenciar todo esse dilema, muitas vezes vivido com resignação, fez de pessoas como Fernanda Mourão repensar nas formas e espaços de trabalho, olhando na direção do hackable workspace.

E, você se lembra quando falamos sobre a palavra HACK, no texto sobre o hacking cultural que tem conceitos muito além dos negativos que conhecemos para hacker e cracker, de que “hackear” trata de investigar a fundo e buscar informações detalhadas e especificas para que seja proposto resoluções personalizadas em prol do todo mas sem generalizar.

A cultura, assim como os espaços, são compostos de indivíduos que tem suas particularidades. Portanto “hackear” o local de trabalho hoje diz respeito a um ambiente que pode ser personalizado com base na atividade dos funcionários.

Espaços inteligentes de trabalho e o Outoo

Já contamos a história de como surgiu o Outooe tem muito a ver com essa percepção de que é necessário pensar no ser humano e sua individualidade: humor, crenças, personalidade, momento pessoal, etc, para criar espaços em que o talento se manifeste e a produtividade jorre em um fluxo contínuo.

Aproximar as pessoas dos melhores 3ºs Lugares para suas necessidades e expectativas é nossa missão.

E em razão disso, participamos do ONU HABITAT de 2019 em que falamos sobre trabalho flexível e a sustentabilidade das cidades.

Mas, essa preocupação que parece ser a premissa do momento, nem sempre foi assim…

woman jumping near bridge during daytime
Hackable workspace: meu talento, minhas regras
Photo by JoelValve on Unsplash

Meu talento, minhas regras

O ano de 2008 foi um marco na construção de novos espaços de trabalho.

No auge de uma crise financeira global, desencadeada pela bolha imobiliária dos Estados Unidos, os investidores tiveram que repensar os espaços de trabalho – que já não podiam ser construídos com os mesmos orçamentos de antigamente. E as novas tecnologias não mais justificavam tais investimentos nababescos: era o momento de virada para um conceito que permitisse que cada perfil profissional – e pessoal – pudesse criar suas próprias regras de trabalho.

Passou a ser necessário economizar, racionalizar e olhar para os indivíduos – capturar os melhores talentos deixou então de ser uma tarefa fácil, pois o perfil dos profissionais Millennials  representou uma ruptura com tudo que vinha sendo praticado até então…

Isso foi um incentivo para que o conceito “trabalho baseado em atividades” ou “trabalho ágil” tomasse seu lugar.

Google e a nova forma de trabalhar

Não se pode falar em revolução na forma de trabalhar sem citar a Google.


Google e a revolução nos escritórios.
Photo by Rajeshwar Bachu on Unsplash

Talvez ela não seja a precursora dos pods offices e os espaços cápsulas para trabalhar, mas certamente foi a melhor propagandista dessa nova onda.

Cada profissional e atividade tem as suas peculiaridades: analistas de sistema, vendedores e contadores não costumavam conviver bem no mesmo espaço de trabalho.

Mas, se esse espaço tiver área de descompressão para os primeiros, pods offices para os segundos e cápsulas para os terceiros, (e vice-versa) por que não?

Outoffices in offices foi uma das grandes sacadas dos arquitetos, quando começaram a pensar nas pessoas e nas suas atividades.

Hackable workspace: reinventar o espaço de trabalho

A nova onda é repensar, reutilizar e reconceituar os espaços, ou seja, vamos continuar reinventando!

Segundo uma pesquisa apontada pela empresa Cort, os três principais serviços desejados em um espaço de trabalho é o acesso 24 horas, áreas de lazer e fitness próximas, e layout e instalações personalizadas.

De acordo com Jacob Bates, fundador do CommonGrounds Workplace, os espaços devem poder permitir mudanças personalizadas com base nas atividades dos funcionários. Nas palavras de Bates, os escritórios agora devem ser “hackeaveis”.

Enquanto isso, à medida que a tecnologia se desenvolve para monitorar o uso do espaço, empresas podem acessar dados para otimizar seus espaços de escritório. Com flexibilidade e dados, o céu é o limite.

Afinal, a necessidade de flexibilidade é essencialmente humana, e as pessoas estão exigindo mais controle sobre seu espaço do que nunca, inclusive na sua jornada de trabalho.

Lembre-se, os seres humanos e seu trabalho estão evoluindo. Uma pequena equipe de pessoas que antes precisavam ficar sentadas por longos períodos em um espaço fechado pode agora achar que seu trabalho exige mais colaboração e mobilidade.

As necessidades e obstáculos geram soluções inovadoras.

Assim acontece na Economia, na Arquitetura e na forma de trabalhar.

Nunca o ser humano foi tão livre para pensar e construir novos conceitos.

Hackable workspace é um convite ao desfrute do melhor dos mundos: do clima corporativo e colaborativo com áreas de lazer às cápsulas para os momentos de foco total, quando  necessários – e desejados.

E se você quiser buscar novos horizontes, conte com o Outoo.com para ajudar a encontrar lugares inusitados para trabalhar, e agora também desenvolvemos espaços sob medida ou transformamos o seu para essa nova era dos espaços de trabalho “hackeaveis”, saiba mais AQUI.

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