Deep Work – esse é o nosso desafio (II/II)

Conforme abordamos no texto Deep Work – esse é o nosso desafio (I/II), o uso indiscriminado da tecnologia vem sendo a causa da dispersão da atenção e contribuindo para que nos sabotemos e deixemos de manifestar a nossa plena capacidade e talento.

Deep Work: acabar com a dispersão no trabalho é o nosso desafio.
Photo by Robert Bye on Unsplash

Vamos apresentar agora algumas dicas que Cal Newport deixou no seu livro Deep Work. Rules For Focused Success In A Distracted World e que precisamos conhecer. Isso nos diferenciará – com vantagem – das máquinas que estão se sofisticando e  mudando o perfil dos profissionais de sucesso.

Multitarefas e a atenção residual

Adotar, sistematicamente, a execução de várias tarefas ao mesmo tempo, interrompendo o raciocínio de cada uma, compromete o rendimento intelectual e aumenta o tempo de execução de cada atividade, e isso não é nenhum segredo.

Descobriu-se que quando você interrompe uma ação para executar outra, o cérebro não consegue se desligar do primeiro assunto de forma automática e isso cria a dispersão da atenção e um gasto de energia maior, fazendo com que a pessoa se canse mais rápido.

Essa é a mesma coisa que acontece quando abrimos vários aplicativos em nosso celular.

Se estamos constantemente preocupados com o rendimento e a qualidade do desempenho dele, por que não damos a mesma importância ao funcionamento do nosso cérebro?

“Quanto mais me aprofundo no tema, mais óbvio me parece que as distrações digitais estão tendo um papel muito mais crítico do que a gente pensa”, reflete Cal em seu artigo:Want to take control of your digital life? Start with reclaiming leisure time.

As reflexões de Cal nos brinda, ainda,  com:

Deep Work: Multitarefas e a atenção residual
Photo by Tomas Yates on Unsplash

AS QUATRO REGRAS DO DEEP WORK:

1. Respeito ao tempo dedicado ao Deep Work: Estabeleça e agende os períodos de trabalho e se concentre.

Respeite seu tempo como você deseja que os outros façam. E não desvie sua atenção nem se divida para fazer outras tarefas.

2. Acostume-se com o aborrecimento: é comum, quando estamos em um processo de mudança de hábitos, nos sentirmos incomodados e desejarmos voltar a agir como antes. Isso vai passar, então, nesses momento não pegue o celular. Tudo é questão de treino e seu cérebro vai se familiarizar com espaços de tempo sem estímulos externos.

3. Abandone as redes sociais: Cal recomenda que seja apagado todos os aplicativos que de fato são dispensáveis. Ele alerta que tantas notificações geram distrações e alteram o nível de atenção e comprometem seu estado de ânimo.

(Se isso é pedir demais, sugerimos que pelo menos desligue as notificações, separando um tempo fora do horário de trabalho para acessar suas redes. E na hora do deep work desligue o próprio celular).

4. Reduza o tempo de trabalho superficial. Bons gestores de tempo costumam ter horas específicas para checar os e-mails e respondê-los, assim como descartam mensagens improdutivas e bloqueiam remetentes inconvenientes.

Procure se organizar e tornar racional o máximo possível os trabalhos que não colaboram com o seu rendimento ou que diminuam o tempo do exercício do seu talento.

Colocando a Internet no seu devido lugar, seu desempenho e aptidões ganham os likes necessários para que você curta a vida de forma muito mais consciente e intensa. Sabemos que você merece seguidores mais qualificados que se inscrevam no seu canal vital e compartilhem do seu sucesso e felicidade.

Curtiu? Compartilha e dá um like para nós também! 


Roger Federer, o esporte e as lições corporativas

Roger Federer: trend top no Twitter e na vida

Roger Federer, oito vezes campeão, chegou a mais uma final.

Agora a briga foi com o sérvio Novak Djokovic na decisão do Grand Slam de 2019 .

Ele perdeu dessa vez, mas independente do resultado, ele já nos deixou um legado com importantes lições sobre valores imprescindíveis ao sucesso, inclusive no mundo corporativo.

Se você gosta de tênis como esse perfeccionista , deve saber um pouco sobre seus métodos fantásticos.

Mas, se você não curte tanto assim esse esporte, ainda pouco difundido no Brasil, aproveite para conhecer coisas em comum dos valores do mundo corporativo e esse Trend Top do Twitter mundial.

Batalhas com gigantes

Federer consegue brilhar em quadras onde pisaram gigantes do tênis como Ivo Karlovic , John Isner e o nosso Gustavo Kuerten.

O ponto de partida de quem persegue títulos mundiais nessa modalidade costuma ser a precisão e o saque potente. E assim como nas quadras, a vida corporativa tem fatores decisivos como a dedicação e a assertividade.

Mesmo com tanto trabalho duro e uma taxa muito expressiva de hold rate de
88% , ele é o 5º no ranking mundial da ATP.

E aí está a nossa primeira lição: ter que conviver com profissionais que têm melhor performance pode ser frustrante ou inpirador – é você quem escolhe!

Esporte e os valores corporativos: você escolhe entre frustração e inspiração.
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Engajamento + foco= evolução


Para estar no topo do pódium, em qualquer esporte ou negócio, é necessário tentar coisas novas, expandir seus limites e estar sempre buscando sua melhor performance.

Aos 34 anos (idade avançada para a maioria dos esportistas) esse suiço chegou à excelência e desenvolveu sua própria maneira de alcançar seus objetivos.

Com um serviço preciso e retorno consistente, ele sabe que deve manter o foco e trabalhar, nutrindo seu engajamento para evoluir.


Sneak Attack By Roger

O Sneak Attack By Roger ou SABR, é a forma como ele vem derrotando muito mais que os adversários em quadra: ele destrói também o pior inimigo da maioria de nós – a acomodação.

O sistema de ataques surpresa de Roger é inovador mas não traz novidades de fato: requer treino, estudo da concorrência, senso de oportunidade, autoconhecimento e paciência para esperar o melhor momento para o ataque.

E ninguém consegue invocar tudo isso repousando em uma zona de conforto.


Esporte e valores corporativos: treino, estudo da concorrência, senso de oportunidade, autoconhecimento e paciência .

Photo by this isme on Unsplash

Fora da zona de conforto

Para que Federer possa sonhar com mais um título, ele precisa manter o SABR ativo e funcionando perfeitamente.

Continuar surpreendendo é a sua melhor estratégia, e ela só existe fora quando se busca a inovação.

Roger Federer é um exemplo para as novas gerações desse esporte e também nos inspira com suas lições corporativas valiosas.

Algum esportita inspira você profissionalmente? Deixe sua resposta nos comentários. Quem sabe a gente não faz um post sobre ele e você?


Deep Work – esse é o nosso desafio (I/II)


“A chave para viver bem em um mundo high tech está em gastar muito menos tempo usando tecnologia” (Cal Newport


Cal Newport: autor do livro Deep Work
Crédito da foto: http://www.calnewport.com/about/

Parece que estamos mesmo exagerando na medida e deixando de viver profundamente cada momento, atendendo sistematicamente à demanda de aplicativos e dispositivos, criados para nos servir.

Essa é a conclusão de Cal Newport (ou Calvin Newport), Professor de ciência da computação da Georgetown University e autor de livros sobre a influência da tecnologia na formação cultural contemporânea. Nascido em junho de 1982, cresceu e amadureceu junto com a progressão geométrica tecnológica das últimas décadas.

Cal tem estudado a perda de concentração das pessoas e fez uma análise sobre o impacto disso na trajetória profissional atual.

No seu livro Deep Work. Rules For Focused Success In A Distracted World  ele nos ajuda a compreender isso. 

Crédito imagem: http://www.calnewport.com/books/deep-work/

Pronto para se aprofundar um pouco nesse tema? Vamos lá!

Fugas de talento e de rentabilidade

Cal analisa que as pessoas estão mais dispersas no trabalho e isso está criando uma fuga de talentos e a perda de rentabilidade dos negócios.

A saída é começarmos a incluir em nosso cotidiano, primeiro, a constastação de que isso já é um problema recorrente e buscar formas de desenvolver uma concentração profunda (deep work).

O autor não propõe uma volta às cavernas, pois ninguém seria louco de negar os benefícios e a imprescindibilidade da tecnologia na vida cotidiana atual.

Mas, se não voltaremos ao passado, não podemos deixar de considerar que momentos de reflexão e meditação, sem a interferência da tecnologia, são necessárias. 

Afinal, até um dos humanos mais high tech do planeta – Bill Gates – não abre mão de suas Think Weeks.


Deep Work: não voltaremos às cavernas, mas se desligar da tecnlogia às vezes é necessário.

Photo by Ian Chen on Unsplash

Quatro opções para começar a exercitar o Deep Work

Ele acredita que dentro de algum tempo todas as tarefas repetitivas serão executadas por robôs e ao ser humano somente restarão trabalhos intelectuais, criativos e derivados de nossos raciocínios complexos.

Dessa forma, precisamos nos preparar e investir em nossa Inteligência Emocional nos diferenciando cada vez mais das máquinas.

Confira as sugestões de Cal:

  • Modo monástico: essa é a concentração absoluta e comum a gênios, que vivem no modo Deep Work.

Na biografia de Einstein temos vários exemplos de como isso funciona: uma vez ele chegou a ir a um evento palestrar somente de meias – estava tão envolvido no tema que esqueceu de calçar os sapatos.

Era comum para ele ser abordado na porta do refeitório da faculdade por alunos que queriam saber mais sobre suas pesquisas e teorias. Ao terminar o assunto, ele frequentemente perguntava aos pupilos se quando o encontraram estava entrando ou saindo do refeitório – nem a fome o desconcentrava.

  • Bimodal: É estabelecer períodos de reclusão programamados. 

Exemplos disso são os Think Weeks de Bill Gates, o claustro de Júlio Verne que se trancava no sótão de sua casa e não abria até não terminar seu trabalho, nem quando sua esposa socava a porta.

  • Rítmico: talvez esse seja o mais prático de todos, pois consiste em criar pequenas rotinas de imersão no mundo da tecnologia, diariamente, quinzenalmente, etc. 
  • Eventuais:  fazer quando sentir necessidade.

Talvez a melhor forma de iniciar é justamente com imersões eventuais e sentindo como isso pode melhorar a qualidade do seu trabalho e maximizar o potencial do seu talento.

O que é bom a gente deve repetir, então, fica mais fácil colocar essas pausas no seu planejamento, criando um ritmo no fluxo de pequenas mas frequentes imersões.

Fazendo esse exercício, logo você não verá a hora de exercitar o bimodal.

Albert Einstein (1879-1955)
Deep Work: libere o Einstein que existe em você!
Foto: Planet Science

E se o gênio que existe em você resolver se manifestar, o monástico será o seu júbilo!

Se você gostou desse tema, achamos que você vai apreciar também o nosso post Job Sharing.

E fique atento, pois em breve vamos postar o segundo texto desse tema, em que vamos discutir sobre a atenção residual e apresentar as  quatro regras do trabalho profundo do Cal Newport!

Esse texto foi útil? Compartilhe com os seus colegas de trabalho e amigos.

Job Sharing: a evolução continua

O que acontece na rotina de CEOs de uma cadeia de restaurantes dos Estados Unidos e um banco Alemão? E o que isso tem a ver com uma importante player coreana do mercado tecnológico mundial e uma multinacional britânica-neerlandesa ( países baixos)?

Seriam manifestações mundiais da Cultura Hacking

O Job Sharing é mais um conceito que você precisa conhecer – ou exercitar.

Saiba um pouco mais sobre esse assunto para poder informar e discutir com seus colegas de trabalho. 


O que é?

Job Sharing ou Work Sharing é o arranjo produtivo em que duas pessoas – ou mais – dividem o mesmo posto de trabalho em partes do dia ou em dias diferentes da semana.

Isso reduz a hora de trabalho de ambo/as aumentando a performance da equipe,  com a velha fórmula da eficiência: mais resultado com menos tempo investido, pois a redução da carga horária e a rotina menos massacrante deixam de impactar na produtividade.

Uma das evidentes vantagens é o fato de que não há possibilidade de acúmulo de carga horária, diminuindo custos com horas extras e aumentando vagas de postos de trabalho, colaborando com a prosperidade social.

Nesse novo esquema os méritos são creditados cada vez mais à equipe e não individualmente, diminuindo o impacto de licenças maternidade e médicas, férias, compensações por banco de horas e demissões não planejadas (como é o caso de solicitação de dispensa pelo colaborador) nos resultados globais .

Troca não, compartilhamento!

Em nosso texto sobre cultura hacking, abordamos a sugestão de troca temporária de CEOs para criar novas formas de ver o negócio, proporcionando outros caminhos para a expansão.

Job sharing: méritos creditados à equipe
Photo by Alondra Olivas on Unsplash

Mas, e se você fosse convidado/a a compartilhar o seu cargo e posto de trabalho com outra pessoa, efetivamente? 

Essa é uma tendência que vem dos altos escalões e promete verticalizar com a forte inclinação da busca pela qualidade de vida, racionalização do tempo de trabalho e foco na evolução pessoal e harmonia familiar da geração millennials.

Chipotle, Deutsch Bank, Samsung e Unilever

A rede americana de restaurantes Chipotle e a alemã Deutsch Bank já utilizam o Job Sharing na rotina dos CEOs.

Já a coerana Samsung tem três presidentes que sentam na mesma cadeira.

Mas a que vem verticalizando notadamente essa nova forma de gestão de pessoas é a  UNILEVER (a gigante de bens de consumo como alimentos, bebidas, produtos de limpeza e produtos de higiene).

Essa é uma ação que a empresa pretende divulgar como um benefício para os seus colaboradores, tornando-se cada vez mais atraentes a novos talentos e aumentando o engajamento interno.

Tanto que tem até um vídeo no Youtube intitulado JOB-SHARING SUCCESS AT UNILEVER.


Job Sharing: experiência no Brasil

Segundo matéria da Revista Exame, a Unilever brasileira começou a apostar nisso por causa de um insight de duas colegas de trabalho, que, em razão disso foram promovidas.

Carolina Mazziero (ex-parceira de negócios para food solutions e desenvolvimento organizacional) e Liana Feracotta  (ex-BP de marketing e pesquisa e desenvolvimento) passaram a dividir as responsabilidades da diretoria de recursos humanos.

Job Sharing: tendência dos altos escalões que começa a verticalizar
Photo by Providence Doucet on Unsplash

Carolina ficou com as segundas, terças e quartas e Liana com as terças, quartas e quintas. 

Como a empresa já adota o regime de home office nas sextas, para a maioria dos colaboradores, esse dia colabora com o aumento o recesso de fim de semana para ambas.

Com a redução em 40% da carga de trabalho, elas conseguem ampliar horizontes impensados pelos seus antecessores: maior convívio com os filhos, tempo de qualidade para estudar e se atualizar e cuidarem da melhoria global de suas vidas.

Isso, certamente, é um grande trunfo para a empresa:


“A organização me tem em um nível de engajamento altíssimo. Quando estou aqui, estou de corpo e alma, completamente focada nos desafios que tenho”, conclue Liana.

E você, já divide a sua mesa com outros colegas de trabalho?

Faça um depoimento sobre esse tema que postaremos nas nossas redes sociais!

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THINK WEEKS

O QUE FAZ O HOMEM MAIS PODEROSO DA WEB NO MEIO DO MATO?

THINK WEEKS: a estratégia de Bill Gates
Photo by Taneli Lahtinen on Unsplash

Bill Gates tem um ritual que se repete:
duas vezes ao ano, faz o seu Think Weeks de uma semana, totalmente fora do alcance da civilização humana e das suas próprias invenções e inovações.

O homem mais poderoso da web no mundo amadureceu e encontrou na simplicidade o caminho para buscar novas ideias e inspirações.

O que podemos aprender com ele? Continue lendo e se inspire. Aqui a proposta é pensar fora da caixa!

Na floresta de cedro…

Em sua pequena casa, na orla de uma floresta de cedro, ele se retira e a única pessoa com quem tem contato é com o caseiro que tem a missão de provê-lo com duas refeições básicas por dia.

Longe da família – e até da esposa – amigos, colaboradores, mídia e todo o aparato tecnológico que está ao seu alcance, ele busca enxergar além daquilo que tanta modernidade já oferece.

Longe de ruídos e barulhos de celulares, buzinas, conversas, vídeos, trânsito, etc, ele lê, rabisca em papel, medita e sorve cada momento da mais pura solidão como uma profilaxia ao stress de sua vida atribulada.

Ele é muito reservado, e se torna ainda mais quando o assunto são os detalhes do seu retiro hermético.


Maremoto virtual

Mas, conta-se que a alavancagem da Microsoft aconteceu após um desses think weeks, quando ele enviou um e-mail a um alto comandado com o título
“The Internet Tidal Wave”, questionando o quase anonimato dos seus produtos na web.

Think weeks: tidal wave
Photo by Will Langenberg on Unsplash

O tablet da Microsoft também foi idealizado em um de seus retiros.

Victor Hugo e papéis laranja

Em uma de suas incursões, ele permitiu que um jornalista do Wall Street Journal o visitasse.

O repórter se surpreendeu com um quadro de Victor Hugo na parede, uma pequena geladeria com refrigerantes diet, uma estante cheia de livros e uma pilha de papéis cor de laranja claros, com um carimbo escrito Microsoft Confidential.

“Eu amo a visão daqui” teria dito Bill Gates ao visitante.

Victor Hugo sentado
Think weeks: Bill Gates admira Victor Hugo
(Foto: depositphotos)

Think weeks: algo a aprender

A nossa vida é tão cheia de atropelos e cobranças, disputas por espaços, busca por reconhecimentos, competições e desejos de cada vez mais estarmos à frente na tecnologia.

Acabamos por não perceber que a simplicidade e a paz de espírito podem nos ajudar a chegar mais rápido onde queremos.

Se você não tem à disposição uma casinha numa floresta de cedros, nem um caseiro, isso não lhe impede de desligar o celular, o computador, a tv, o iPod, smart watch, etc. e silenciar sua mente durante apenas quinze minutos por dia.

E se você for um nômade digital ou trabalha em regime de home base, pode se inspirar em nossos posts sobre lugares incríveis para conhecer, trabalhar e até se desconectar.

Think weeks: algo a aprender
Photo by Debora Tingley on Unsplash

Confira abaixo alguns posts sobre isso:

Achamos uma nômade digital na floresta amazônica

Inusitado: seu próximo escritório

Nomadismo Digital e viagens de negócio

Bleisure: destinos surpreendentes

E você, consegue ficar quanto tempo sem mexer no celular?

Gostou do texto? Compartilha com aquele seu amigo estressado 😉


O BÊ A BÁ DO COWORKING

Tudo o que você queria saber e não tinha para quem perguntar

Bê a bá do coworking
Photo by Vladimir Proskurovskiy on Unsplash

Muita gente ainda – mesmo as que se consideram bem informadas – têm dúvidas sobre o que realmente é o sistema de compartilmento de espaços.

Para acabar de vez com essa desinformação, vamos trazer aqui o bê a bá do Coworking.

Tire suas dúvidas e aproveite as dicas de como melhorar a produtividade – sua e/ou da sua equipe, minimizando custos, deslocamentos e aumentando a produtividade e network!

Bem-vindo aos espaços criativos ou inusitados para se trabalhar!

Eles são acessíveis e podem salvar o seu dia. Descubra como usá-los e encontrá-los, lendo esse texto.

O que é Coworking?

Coworking (também conhecido como co-trabalho) é o nome dado ao compartilhamento de espaços para se tra

Pessoas que não são, necessariamente, da:

  • mesma área de atuação,
  • segmento de mercado,
  • ou empresa

podem optar por trabalhar em um espaço que é dividido por várias pessoas, que – possivelmente – nem se conhecem.

A grande sacada aqui é a questão de quebrar paradigmas e expandir o conceito de comunidade.

Assim como na nossa rotina virtual – em que convivemos com pessoas interessantes que jamais conheceríamos no mundo físico – o coworking nos traz a possibilidade de conhecer pessoas diferentes ou parceiros de negócios improváveis de se trombar por aí.

Grande diferencial se comparado ao escritório tradicional de uma só empresa. Concorda?

Por isso, essas estruturas são pensadas justamente para atender vários públicos diferentes, com infraestruturas cada vez mais atraentes.

Todos têm mesas individuais e para grupos, café e wi-fi.

Ah! E Internet rápida é um requisito mais que básico: é obrigatória!

Afinal, nesse negócio, não adianta todas as vantagens se essa exigência não for cumprida.

Mas, isso não é tudo:
você também encontra espaços com : salas fechadas e salas para treinamentos.

E se você troca a noite pelo dia, tem um trabalho fixo e faz uns freelas em alguns sábados e domingos, ou simplesmente nem sabe qual é o dia semana, não tem problema: existem espaços que são abertos 24 horas por dia, 7 dias por semana. Esses são os famosos 24/7.

A maioria também conta com sala de reuniões, telefone fixo e serviço de reprografia e lounge para descanso.

Os mais descolados têm office-boys, moto-boys, salão de cabeleireiros, bar, sala de jogos, espaço kids, espaço gourmet ou cozinha compartilhada e espaço para convenções e até chuveiros!

Ideias que vêm de fora

Em cidades como Londres, Amisterdã, Berlim, Paris e Madrid é mais que comum ver pessoas trabalhando em qualquer parte da cidade, em bares, restaurantes, parques e até em lounges de agências bancárias.

Outra ideia rentável e interessante tem sido usada para otimizar espaços em estabelecimentos que só funcionam à noite e que durante o dia estão oferecendo espaços para coworking.

Espaço 2 em 1: de dia trabalho, de noite curtição.

Image
5th Avenue@Union: aberto até às 20h para coworking, depois só vale ficar se for para curtir!
crédito foto: https://www.spacious.com/spaces/new-york/park-slope/5th-avenue-@-union

Driblando a crise de criatividade

Essa nova proposta de locação de locais de trabalho ajuda a melhorar a qualidade de vida de quem faz o regime de home base, evitando o isolamento do profissional, que pode desencadear uma depressão, crise de criatividade, ansiedade e baixa produtividade.

Também ajuda na organização espacial dos:

  • empreendedores,
  • autônomos,
  • profissionais liberais
  • empresários locais que ainda não têm seu espaço definitivo
  • empresas que precisam de pequenos espaços para poucos colaboradores em regime temporário e/ou por projetos
  • profissionais, como os vendedores, que precisam encontrar estruturas para atender clientes, emitir pedidos e fazer reuniões fora do escritório
  • qualquer pessoa com um mínimo de independência e que queira estar perto de pessoas que compartilham de sua mesma cultura
  • e executivos em viagens ou fora do seu local de trabalho.

Como surgiu

Segundo o site www.coworker.com, a primeira vez que se tem conhecimento da utilização desse conceito, foi em 1999, por um designer de games chamado Bernie DeKoven.

Ele propôs a criação de um ambiente em que pessoas de TI pudessem trabalhar no mesmo espaço, para troca de informações e diminuir o isolamento natural.

Esses profissionais acabavam se submetendo a um isolamento por falta de ter com quem trocar experiências, numa época em que a Internet, celulares e tecnologia ainda engatinhavam.

Em 2005 essa tendência se acentuou, e começaram a surgir grupos de amigos que se reuniam e abriam a casa para outros profissionais que alugavam o espaço por horas ou alguns dias.

Em 2006 o programador de sistemas Brad Neuberg, em San Francisco, foi responsável pela abertura do primeiro espaço intitulado coworking e visava acolher  pessoas que não gostavam de trabalhar dentro dos espaços sufocantes das empresas ou que sofriam com o isolamento do trabalho remoto.

New York seguiu o exemplo um ano depois e assim sucessivamente foram pipocando espaços de trabalhos em diferentes cidades dos EUA.

Em 2005 Berlin também abriu as portas do primeiro coworking de nome Cafe St. Oberholz, onde acolhe, além dos tradicionais freelancers e home bases workers, também os boêmios digitais.

Compartilhando espaços no Brasil

Segundo o censo 2018 do  site www.coworkingbrasil.org, em 2015 havia apenas 238 espaços chamados coworking, no Brasil.

Em apenas 3 anos, o número é de 1.194, espalhados por 26 Estados e 169 municípios diferentes.

Números de 2018:

  • Movimentou R$127milhões
  • Circularam cerca de 214 mil
  • O último censo também aponta para 88 mil estações de trabalho
  • Gerou 7 mil empregos direto

Espaços compartilhados no mundo

No mundo, segundo o site www.coworkingresources.org a previsão é de 18.287 espaços contra 16.599 que existiam em 2018.

E em 2022, os nômades digitais poderão contar com quase 26 mil locais de coworking em todo o globo terrestre.

Fonte do gráfico:
www.coworkingresources.org

Novos espaços de trabalho x meio ambiente

Os espaços compartilhados estão dando uma reviravolta na economia e no segmento de construção civil.

Segundo dados do site www.us.jll.com, em 2030, 30% de todos os escritórios comerciais serão coworkings.

O que, por um lado é um desafio para a geração de empregos de trabalhadores de baixa renda, mas por outro, haverá uma possível desaceleração da expansão das cidades, o que beneficiará a preservação ambiental.

Tipos de COWORKING

A flexibilidade no compartilhamento do espaço de trabalho não está só por conta da natureza da proposta.

Os usuários podem optar por pagar mensalidades e ter o direito de utilizar todos os espaços, que geralmente inclui uma cota de impressões e uso de salas de reuniões.

Alguns oferecem café e cerveja à vontade.

Modelo dinâmico e locações pontuais

O modelo que mais tem crescido, é uma tendência mundial e o foco do aplicativo Outoo.

Esse modelo foi desenhado para fluxos mais versáteis: destina-se a  usuários que preferem o sistema de diária ou ocupação por horas. Aceita as ocupações eventuais, inclusive de salas de reunião e de treinamentos.

Onde encontrar o seu primeiro (ou próximo) COWORKING

Para encontrar o coworking dos seus sonhos, existe o Outoo (app.outoo.com.br) um aplicativo que mapeia todos Coworkings do Brasil e informa o nível de barulho, tomadas, tipo e horário de funcionamento. Além de também classificar os locais e você pode buscá-los utilizando os filtros da sua conveniência.

Sobre o acesso ao espaço:

  • Aceita Reservas
  • Acesso Gratuito
  • Estacionamento / Valet
  • Próximo ao Metrô

Sobre o espaço fisico:

  • Espaço para Animais
  • Ar Condicionado
  • Área Externa
  • Bicicletário
  • Espaço para Crianças
  • Espaço Lounge
  • Luz Natural
  • Mesas Altas / Bar
  • Mesas Comunitárias
  • Mesas pequenas (1-4 Pessoas)

E sobre as conveniências oferecidas:

  • Bom para Grupos
  • Tem Bebidas Alcoólicas
  • Tem Café
  • Tem Chá
  • Tem Comida
  • Tem Drinks
  • Tem Sucos
  • Wifi

Tem o mapa de localização pelo Google, interface para Android e IOS e parceria com a 99 Táxi e Uber.

Você pode ser um co-criador colaborando com a expansão do app. Se você conhece um lugar que não está nele, pode e deve incluir!

E ainda você pode relatar na comunidade como foi sua experiência e saber as dicas dos outros usuários.

Ainda pode contar com posts no blog sobre assuntos que os millenials, home base workers e os freelas de todas as gerações curtem! Clique aqui www.outoo.com.br  e conheça um pouco mais sobre o app que te mostra espaços de trabalho fora do comum!

CULTURE HACKING: UMA INVASÃO DO BEM (II)

Culture Hacking: invasão do bem
Foto: Matheus Paulo by Unsplash

Em nosso texto anterior sobre o Culture Hacking,  alertamos  sobre a confusão que as pessoas fazem entre hacker e cracker (e outras definições para quem definitivamente não é do bem!)

Por isso, se você não leu ainda, vale a pena clicar aqui!

Decidimos fazer esse novo post em razão de ser um assunto que temos abordado em nossa série sobre o  Laloux.

A cultura hack vem ao encontro do pensamento deste em sua obra Reinventando as Organizações.

Para conhecer um pouco mais sobre isso, leia nossos posts da Série Como Reinventar Organizações.

Apesar de ser uma cultura que tende a ter uma forte adesão em um futuro muito próximo, é importante termos algumas cautelas.

Quando falamos na cultura hacker, temos que levar em consideração que nenhuma empresa é igual a outra.

E o que pode servir para uma, pode arruinar a sua concorrente.

Culturas não devem ser impostas e sim conquistadas, através de exemplos, feedbacks e percepção de resultados (pequenos) e avanços (constantes) no dia a dia.

Culture Hacking necessita de doses diárias de esforços de cada um.

No outro texto sobre esse assunto, trouxemos os conceitos expostos por
Barbra Gago Chief Marketing Officer, RealtimeBoard em sua matéria entitulada
What is culture hacking.

Barbra ainda nos aconselha a ter cuidado quando não estamos seguros de que ações, como as que exemplificamos no post anterior , trarão estímulo e engajamento aos colaboradores – inclusive ao CEO.

Para isso, ela propõe que se faça uma análise, respondendo às seguintes perguntas:

Não faça movimentos bruscos

Quão longe da cultura hack sua empresa está?

O CEO estaria preparado para essa mudança?

Nenhuma mudança radical e brusca deve fazer bem a uma organização.

Ao contrário de trazer engajamento, ela poderia causar uma instabilidade e as pessoas tenderiam a se defender,  não se abrirem ao novo, como é o que propomos.

Culture hacking
Foto: Matheus Paulo by Unsplash

Espaço para as mudanças

Algumas mudanças para acontecerem necessitam de espaço físico.

Não adianta querer impor ou reconhecer a importância de um cochilo, se a empresa ainda não está preparada para isso.

Em lugar de optar pela “hora do cochilo”, a empresa pode incentivar que as pessoas trabalhem em regime de home based ou outoffice.

Outra saída é abrir o espaço de trabalho em horários menos tradicionais, e propor que os colaboradores estejam trabalhando quando são mais produtivos.

Não complique, comunique!

A comunicação é a chave para manter conquistas na cultura hack e promover os avanços necessários.

Lance mão de formulários de pesquisas, caixinhas de sugestões, Coffee breaks e mantenha a porta sempre aberta às ideias e principalmente feedbacks.

Mantenha viva a culture hacking

Todos os dias e todas as situações precisam estar alinhados com o compromisso de uma transformação pé ante pé – e que não tem fim.

Já ouviu um ditado que diz que o latido de um cão renova o latido de outro cão.

Na cultura hack também é assim: toda ação com base nessa cultura, vai direcionar a empresa cada vez mais para ela, mantendo uma ligada a outra, como se fossem elos de uma corrente.

A cultura do bem precisa ser cuidada para que os propósitos sempre estejam alinhados com um futuro melhor.

De todas as coisas que abordamos aqui, qual é a mais fácil de se aplicar em sua organização? Comente!

CULTURE HACKING: mais uma invasão? (I)

nove pessoas olhando o céu num amanhecer
Culture Hacking: Mais uma invasão?
Photo by Hudson Hintze on Unsplash

Culture hacking não tem nada a ver com a atividade de hackers (que são pessoas com elevado conhecimento de sistemas e que encontram falhas e ajudam a melhorar a segurança em TI) e os crackers (que acessam informações de sistemas e trocas de mensagens, sem autorização, com intenção de lesar empresas e pessoas e é uma ação criminosa).

Quer saber mais sobre as diferenças entre Hackers e Crackers? 
Deixe sua resposta nos comentários.
Em breve faremos um post para explicar um pouco mais,
assim como fizemos com os Cookies.

As ações de crackers  necessitam ser combatidas e já fizeram (ou tentaram) muitos estragos na economia de vários países e abalou a reputação de muita gente.

Infelizmente o termo ” hackers” é famoso, e ultimamente, quase todas as notícias estão relacionadas com algum tipo de invasão de privacidade em celulares: de conversas de funcionários públicos e ministros até crises de relacionamentos, são atribuídos a eles erroneamente.

Mas em nosso texto de hoje, o assunto é outro, completamente diferente, muito embora os termos sejam parecidos.

Por isso, fique de olho para lacrar no próximo happy hour da empresa!

UMA MUDANÇA POSITIVA

Hoje vamos abordar o hacking cultural, que é um movimento para criar uma mudança cultural positiva nas organizações – e no mundo.

Segundo as definições de Barbra Gago, no site da Culture Hamp (uma empresa que trabalha para ajudar organizações a criar culturas que levem ao crescimento dos negócios pelo engajamento dos colaboradores) essa é a cultura de proporcionar mudanças através de pequenas ações diárias e reiteradas que vão transformando o todo.

” Como um desenvolvedor de software em um sprint de engenharia, trata-se de concentrar-se em pequenas coisas com mais frequência, em vez de apenas tentar resolver e alterar as grandes coisas.” – Barbra Gago, Chief Marketing Officer, RealtimeBoard, em What is culture hacking


TERRA DE TODOS

Essa nova postura não é algo que se faça por algum tempo, até alcançar os objetivos e depois esquecer: ela necessita ser vivenciada, inspirada e transpirada diariamente.

E também não pode ser imposta pelo alto comando da empresa, que deve estar aberto a receber feedbacks e permitir que cada colaborador seja um co-criador dessa nova cultura. Isso transforma as organizações em uma terra para todos, ao contrário de algumas que mais parecem “terra de ninguém”.

E esse é o melhor terreno para as startups e empresas versáteis possam aproveitar o quê de melhor tem os seus talentos, com trabalho e projetos em rede, equipes multidisciplinares e abrir possibilidades para regimes de home base, coworking, nômades digitais e todas as novas tribos que vem surgindo.

Como iniciar esse processo?

Barbra sugere algumas formas de iniciar o processo para inserir a cultura hacker:

É necessário usar a sua própria receita, inserir pequenas mudanças diárias para que se estimule as pequenas mudanças que são o alvo da organização.

Mudar palavras é mudar conceitos.

Quem conhece neurolinguística sabe bem: não se consegue transformar nada utilizando formas de se expressar que nos remeta justamente àquilo com que queremos romper.

Culture Hacking: co-criando uma nova cultura
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CO-CRIANDO UMA NOVA CULTURA

No lugar de dizer “ vamos criar uma nova cultura” é mais adequado declarar: cada um é co-criador dessa nova cultura.

ESQUEÇA AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO ANUAL

Ao invés de esperar um ano, seis ou três meses para avaliar suas próprias ações e de seus colaboradores, procure fazer isso continuadamente.

Obviamente nem todas as mudanças serão sentidas de um dia para o outro, mas a postura, essa sim, tem que saltar aos olhos.

HORA DE TROCAR O CEO?

Se a equipe está madura para caminhar mais livre, talvez seja hora de trocar o CEO, por uma semana.

Isso ajudaria numa mudança de perspectiva.

Essa ideia é assustadora? Leia esse artigo do CEO da Moz, Will Reynolds.

A HORA DO COCHILO

Há estudos que relatam uma substancial melhora na produtividade dos colaboradores que tiram um cochilo quando estão cansados.

Para os que trabalham na empresa, crie ambientes em que as pessoas possam recarregar as baterias e voltar com força total aos projetos e incentive os que trabalham “out of office” a fazer o mesmo.

SEXTA-FEIRA 15

Essa é uma ideia da empresa Zurb que faz um break sempre nesse dia às 15h para propor novos desafios aos colaboradores.

SOMOS TODOS IGUAIS AQUI

Analise que tipo de comunicação os móveis da sua recepção passam aos visitantes.

Algumas recepções parecem barreiras que os separam dos colaboradores.

O ideal é passar uma mensagem de igualdade e acolhimento.

Esse tema rende tanto assunto, que já estamos preparando o segundo post sobre isso.

Fique de olho nas nossas postagens e aguarde o próximo!

Sua organização está pronta para essa invasão? Deixe sua resposta nos comentários.

3 REGRAS DE OURO DA NOVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

3 REGRAS DE OURO DA NOVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
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Todos nós, na virada de cada ano, costumamos fazer promessas e estabelecer objetivos para um novo ciclo.

Quando chegamos ao mês de julho é hora de fazer uma reflexão de como foi nosso primeiro semestre.

Geralmente, as nossas desculpas para não cumprir nossas resoluções recaem sobre a falta de tempo em cumprí-las. 

Sugerimos que você analise quais ações planejadas ficaram para trás e reorganize a sua rotina para chegar no próximo réveillon orgulhoso de si mesmo.

E para lhe dar um estímulo, escolhemos as 3 novas regras para você quebrar paradigmas e recuperar o tempo perdido.

1 – Esqueça a rotina tradicional

Os gurus do passado diziam para que acordássemos cedo e tivéssemos uma rotina diária pré-estabelecida.

Mas os tempos de hoje não são os mesmos. Há pessoas como o Otto, embaixador do Outoo, que vivem uma vida de rotina 0º.

Por isso, as velhas receitas não servem para ele e podem também não servir para você.

Em lugar de ficar se cobrando e tentar se encaixar em velhos esquemas, tente ser ser mais prático e ter certos hábitos sistematizados.

Não importa que horas você acorda, o dia começa quando você se levanta da cama!

Se você vira a noite trabalhando para entregar um projeto que chegou de última hora com um prazo curto, trabalha em campanhas pontuais como suporte (pessoal do departamento antifraude de empresas de cartão de crédito em época de black friday, por exemplo) ou trabalha em sistema de stand by para emergências, não adianta fazer resoluções do tipo: vou acordar cedo todo dia, vou à academia às 6h da manhã, etc.

Isso tem tudo para não funcionar – e você já sabe disso.

A dica aqui é mover sua agenda para que as cerca de dezesseis horas que você ficará acordado sejam suficientes para fazer tudo o que você se propõe – honestamente – em um único dia, independente da hora do start.

3 Regras de ouro da nova administração do tempo
all day 24 hours service label design

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2 – Use e abuse de aplicativos, serviços 24/7 e compartilhamentos de espaço

Apps e 24/7

Para economizar tempo, hoje temos aplicativos que nos auxiliam a solicitar um motorista, achar uma bicicleta, encontrar wi-fi ou um outoffice, pedir comida, etc.

Instale em seu celular aqueles que você mais acha útil, pois cada minuto conta quando se fala em economia de tempo. 

Se você dorme às 4h da manhã e acorda ao meio dia, talvez prefira malhar depois das 22h, e sair de lá direto para o supermercado para suprir a geladeira e a despensa.

Nesse caso, já deixe esquematizado os locais que trabalham 24h por dia, todos os dias da semana. Assim você não precisa ficar caçando as coisas na hora dos apertos.

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Se existe uma coisa que rouba o nosso tempo é administrar o espaço de trabalho. 

Se você tem um escritório ou trabalha na sua casa, sabe como é: tem dia de faxina, pagar as contas de IPTU, luz, água, internet, etc.

Resolver problemas de manutenção, providenciar água (troca do galão, encher o filtro, etc), reclamar com a companhia telefônica quando o sinal do wi-fi está ruim, parar para cozinhar ou montar um lanche e limpar a cozinha, procurar uma faxineira de confiança, são algumas coisas que quem trabalha em um local próprio ou alugado precisam resolver.

Além disso, quando um vizinho resolve fazer uma reforma completa que dura meses, o barulho e a poeira  infernizam a vida de todo mundo. E você que investiu para ter o seu lugar dos sonhos não pode sair correndo, abandonando tudo…

Mas, toda essa perda de tempo e aborrecimentos podem ser evitados.

Já ouviu falar em coworking? Fizemos uma matéria completa sobre o assunto recentemente, além de termos um storytelling sobre isso e mais alguns outros textos. Confira aqui nos links abaixos:

3 REGRAS DE OURO DA NOVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
Photo by DESIGNECOLOGIST on Unsplash

3 –  Livre-se da culpa

Ter hábitos incomuns, estar fora do ritmo das outras pessoas, atender a ligação da sogra com voz de sono ao meio-dia, são exemplos de situações que podem gerar desconforto e tirar o sossego de muita gente.

Para os que não são millennials é praticamente um sacrilégio alguém passar a noite em claro e dormir enquanto as pessoas trabalham.

Ok, há vários estudos dizendo que esses hábitos não são os melhores para a saúde. Porém, se você assumiu esse estilo – por opção ou necessidade – jogue a culpa fora, ela não vai lhe ajudar a ser feliz.

Assuma seus hábitos e não tente agradar a todo mundo.

Se você estiver com alguma alteração que precisa ser corrigida (colesterol alto, obesidade, insônia, etc) converse com seu médico.

Deixe claro que você quer compensar qualquer desvantagem que sua rotina possa trazer e não ouvir conselhos sobre mudar sua vida. 

Mas não use isso como desculpa para abusar do álcool, junk food ou qualquer outra coisa autodestrutiva, ok?

NOVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO: comece pelas 3 dicas básicas

Com essas três dicas, você vai  ganhar um tempo precioso e se sentir mais dono da sua vida.

As coisas mudaram e as pessoas também, por isso é hora de continuar quebrando paradigmas em busca da felicidade.

Assuma as suas diferenças de time e não perca tempo em ficar se justificando.

Você não precisa caber na vida dos outros, basta estar satisfeito com a sua.

Gostou do texto, compartilha com aquele seu amigo millennial!

Wifi: onde encontrar? O Outoo ajuda a achar!


Wifi: encontre com o Outoo

Encontrar um Wifi é uma preocupação de muita gente agora – que o mundo está mais digital – e a tendência é a gente precisar cada dia mais.
Está se tornando indispensável o uso de aplicativos que ajudam a explorar melhor as cidades e seus benefícios, como locais para se trabalhar outoffice, ou estudar .

Ferramentas de mobilidade, como as bikes, patinetes e serviços de car sharing, estão fazendo upgrade nas cidades que ainda não são inteligentes.

E isso aumenta a busca de wi-fi para acessar essas novas soluções.

Essas vantagens já são o sonho de consumo de todo millennial, assim como viver em uma Smart City.

Conheça agora as vantagens de um aplicativo que nasceu para descomplicar.

Conexão hi-tech, vida na ponta dos dedos

Para quem nasceu depois de 1990, os filmes de ficção científica podem ter perdido um pouco a graça, pois de quase tudo que foi predito nestas obras, só estão faltando mesmo as invasões de extraterrestres.

Seria por isso que sagas como Game of Thrones e Senhor dos Anéis ficaram tão populares?

Wifi: quando será que os extraterrestres chegam?

Com a vida hi-tech, tudo aquilo que precisamos tem de estar na ponta dos dedos, junto com o wifi.

E se as distâncias são possíveis de serem percorridas por bicicleta ou patins, com conforto e segurança, é hora de apelar para o conceito de micro mobilidade e buscar um desses “veículos”, ou um car sharing ou motorista, via app.

Outoo: ajuda a encontrar wifi e café!

Café e trabalho: dupla imbatível

O Outoo é um aplicativo que apoia a mobilidade e também ajuda a diminuir as distâncias entre você e um local seguro, confortável, com wifi, café, banheiro e tudo mais que você necessita para produzir feliz.

Além disso, ele já está integrado aos dois maiores aplicativos de motoristas do Brasil: Uber e 99. E também ao Waze.

Otimizar o tempo e reduzir deslocamentos é tudo o que o Outoo mais deseja para você!

Por isso, se você precisa encontrar desde um wifi ou um local para instalar provisoriamente um departamento inteiro, no regime de coworking, entre no www.outoo.com.br e escolha o seu próximo escritório!